Quem está certo nesta história? Leia!




Hoje nós vamos fazer uma pequena reflexão sobre esta postagem do twitter que está repercutindo no facebook.

Neste caso cabe bem aquele ditado popular que se refere ao "sujo falando do mal lavado".

De fato, é contraditório uma pessoa que defende o aborto se posicionar contra mudanças nas leis que beneficiem os motoristas que, por algum motivo, ignorarem o uso da cadeirinha no transporte de crianças, pois no final das contas, ambos os atos atentam contra a vida das crianças.

Com um agravante o aborto pode ser considerado um assassinato enquanto que o acidente com uma criança que não esteja usando a cadeirinha poderá ser classificado como uma fatalidade.

Na verdade, judicialmente falando, uma vítima fatal decorrente do não uso da cadeirinha poderia levar o responsável (motorista) a ser indiciado pelo crime de homicídio com dolo eventual, pois ele sabia dos riscos quando optou em não fazer uso do acessório obrigatório.

Mas quem está certo nesta história?

Nenhum dos dois, uma coisa não justifica a outra.

Já foi comprovado que usar a cadeirinha salva a vida das crianças, é como o cinto de segurança, algo indiscutivelmente necessário a segurança dos passageiros.

Abrandar as leis significa dar mais oportunidades de infringi-las. E qual é a lógica disto? É algo completamente ilógico, quase irracional.

As punições só existem porque existem os infratores, pessoas que não respeitam as leis, que agem de má fé. E sabemos nós que a harmonia da sociedade depende da boa conduta e do respeito as normas pré-estabelecidas.

É típico deste governo se valer das deficiências alheias para justificar seus próprios erros. E não é de se admirar que aqueles que o defendem se valham dos mesmos artifícios.

Só faltava ele propor amenizar as penas para quem dirigir embriado sob o pretexto de que o Lula era um pau-d'água.

Este tipo de atitude me faz lembrar da canção "Quem é você?" da cantora católica Celina Borges, que diz:

O permitido nem sempre convém.
Não é fazer, mas se manter sendo fiel.
Deus só trata com quem você é.
O erro do outro não te justifica.
Suas escolhas definem você.
Na sua história a fé testifica quem é você.


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